sábado, 29 de janeiro de 2011

DIVERSIDADE

PRESENÇA INDÍGENA NO RN

Segundo a historiografia do Rio Grande do Norte, em geral se afirma que não há índios no Estado, pois todos teriam sido dizimados em epidemias e guerras de extermínio ainda no passado colonial. No entanto, sob uma ótica menos perversa e atenta a uma perspectiva mais crítica com relação aos fatos e registros escritos, como também à recuperação dos registros da história oral, fonte direta dos próprios atores sociais, percebe-se que há certas dinâmicas socioculturais em jogo e aspectos da criatividade e inventividade humanas que foram desprezadas e silenciadas nos discursos autorizados.
A partir do ano de 2005, com o incentivo de Políticas Públicas Afirmativas esses grupos se inserem no campo interétnico das instâncias públicas, evidenciando sua presença no Estado, pleiteando seus direitos específicos em várias ocasiões de discussões: audiências públicas, fóruns, conferências, entre outros eventos.
Nesse mesmo ano, o Museu Câmara Cascudo - UFRN e a Secretaria do Estado da Educação e da Cultura – SEEC, com iniciativa do Grupo de Estudos da Questão Indígena no Rio Grande do Norte - Grupo PARAUPABA, têm visitado e entrevistado as comunidades indígenas residentes no Estado. Esses povos que se autoafirmam indígena têm suas residências localizadas nos municípios de Assu, João Câmara, Canguaretama/ Goianinha e Baía Formosa.  
Essa última comunidade, fica mais especificamente na Praia de Sagi, distrito rural/litorâneo do município de Baia Formosa-RN, fronteira com a Paraíba, está sendo o objeto de estudo da minha pesquisa de mestrado, desde 2009.
Gorete Nunes




1ª Assembleia Indígena no RN - Mesa Redonda -
Tema: Educação - 2009
    
Estander - Seminário Nacional do Ensino Médio Inovador
Bertioga /SP - 2010
  

Artesãos - Comunidade Amarelão - João Câmara
 
 
Dança do Toré - Comunidade Catu - Canguaretama

 

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